ESTRELAS CAÍDAS
Estrelas esparramadas. Ao chão caídas. Tantas vidas! Tantos sopros! Tantos ventos. E na ventania elas sorriam, elas fingiam que se divertiam. Com o passar do tempo já nem sabiam mais o que era guerra, o que era paz... Esparramadas, caídas, doloridas... Porém acima das misérias humanas existiam os cuidadores, os redentores... E elas se reabilitaram, elas voltaram a brilhar. Foram se elevando, se erguendo. Hoje eu diria que estão dependuradas entre duas eternidades. Aguardam apenas um milagre? Mas o milagre já existe. Sempre existiu. Talvez o que falte seja apenas a consciência.
sonia delsin

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